O que o registo do IFCN diz hoje
Citado do registo de percursos classificados do IFCN, atualizado a 24 de julho de 2026, e do respetivo mural de avisos, atualizado a 14 de julho de 2026. Lemos ambos a 26 de julho de 2026.
Aberto
Listado como transitável, e totalmente transitável entre a Casa de Abrigo do Pico Ruivo e o cume.
Isto é uma citação datada, não um espelho em tempo real. Os encerramentos aqui são desencadeados pelo tempo e por obras, e mudam entre as nossas verificações — a data acima é toda a promessa que fazemos. Abra o mural de avisos na manhã em que for caminhar.
O que o registo publica
- 2,8 km de ida e 2,8 km de volta — 5,6 km no total. O registo imprime o regresso à parte, e é a metade de que a maioria se esquece.
- Achada do Teixeira e Pico Ruivo.
- Madeira
- IFCN — Instituto das Florestas e Conservação da Natureza
O que as pessoas erram neste percurso
É o único percurso do registo que chega ao Pico Ruivo e o devolve ao seu próprio carro. É também o movimentado, porque toda a gente que termina a travessia do PR1 sai por aqui — a fila de caminhantes que encontra a descer está a sair de uma montanha, não a subi-la.
A regra do PR1 que governa este percurso
O PR1 reabriu na totalidade a 1 de maio de 2026 e é de sentido único a partir do Miradouro da Pedra Rija, no sentido Pico do Areeiro → Pico Ruivo. Desde 26 de junho de 2026 abre todos os dias da semana, e já não apenas de sexta a domingo. É por isso que este percurso importa: faz parte da forma de sair da montanha, e não se pode desfazer um erro percorrendo a travessia ao contrário.
O que o registo não publica, nem para este percurso nem para outro
Nenhum grau de dificuldade e nenhum tempo de marcha. A tabela oficial tem seis colunas — painel, código, nome, distância, locais de passagem, estado e entidade gestora — e é tudo. As durações existem no painel físico no início do percurso; os graus não existem em lado nenhum oficial. Logo, um tempo ou um «moderado» que tenha lido noutro sítio veio de uma pessoa, não do IFCN, e não repetimos nem um nem outro.
O IFCN não publica qualquer classificação de dificuldade para nenhum trilho da Madeira. Verificámos de três formas: o registo oficial, os painéis informativos dos percursos e a legislação aplicável — que não contém uma única ocorrência das palavras «dificuldade» ou «grau».
Marcação e taxa
A marcação é obrigatória e um horário custa 4.50 €, pago no Portal SIMplifica e em mais lado nenhum.
Também está coberto pelo bilhete completo do PR1, de 10.50 €, que dá acesso ao PR1.1, PR1.2 e PR1.3 sem pagar de novo. Isolado, é um horário de 4,50 € como qualquer outro percurso.
Dois ou mais percursos num dia custam 9.00 €; em três dias 22.50 €; em sete dias 52.50 €. Nenhuma das três inclui o PR1, e nenhuma pode ser comprada diretamente — o sistema aplica o preço mais baixo depois de marcar os percursos.
Residentes na Madeira, crianças até aos 12 anos e caminhantes com incapacidade igual ou superior a 60%, com um acompanhante, não pagam — mas todos, sem exceção, continuam a precisar de horário marcado. A isenção é do dinheiro, não da reserva.
As tarifas de 1, 3 e 7 dias não são passes, e as próprias FAQ do IFCN são taxativas. Não dão acesso livre nem ilimitado, cada trilho continua a exigir a sua própria marcação, e não há forma de comprar diretamente uma tarifa de vários dias — marca-se os trilhos e o sistema aplica o preço mais baixo no pagamento. «Passe» é a palavra de quem procura, e nenhuma outra página a corrige.
De onde veio cada número desta página
Distância, locais de passagem, estado e entidade gestora vêm do registo de percursos classificados do IFCN, atualizado a 24 de julho de 2026. O detalhe dos encerramentos vem do mural de avisos do IFCN, atualizado a 14 de julho de 2026. As taxas vêm das FAQ de taxas do próprio IFCN. Nada aqui é o resumo que um blogue fez de qualquer um deles.
O IFCN classifica 42 percursos: 39 na Madeira e 3 no Porto Santo. A numeração tem lacunas — não existe PR24, PR25 nem PR26 — e é por isso que as contagens copiadas de outros sites não coincidem.