Aquele onde a maioria dos visitantes acaba, porque fica no meio da zona hoteleira da Estrada Monumental e dá para ir a pé da maior parte dos hotéis. Estacionamento subterrâneo gratuito, cinema, e uma esplanada de 450 lugares que faz dele o plano do costume para uma tarde de chuva.
Os centros
Quatro merecem ser nomeados. Três são centros comerciais completos; o quarto é onde quem vive no Funchal faz as compras da semana.
O maior, e o mais incómodo. Fica nos altos da cidade — não em Santa Cruz, como muitas vezes se escreve — por isso é autocarro ou táxi, não é caminhada. Cerca de cem lojas, um hipermercado e um cinema de sete salas, com perto de mil lugares gratuitos.
No centro, ao lado do Teatro Municipal, e o único a que se chega a pé do cais dos cruzeiros. Mais pequeno do que os outros dois e mais útil por isso: supermercado, ginásio e praça de alimentação no meio da cidade em vez de uma deslocação.
Menos um centro comercial do que um hipermercado com lojas à volta, mesmo ao lado do Mercado dos Lavradores. Abre às sete e meia, o que nenhum dos outros faz, e é onde a Zona Velha compra mesmo a mercearia.

Moradas que já não são estes centros
Esta é a parte que interessa ler. Os sites de viagens continuam a publicá-las, e uma delas é mesmo perigosa: dolcevita.pt está no ar, abre uma página normal, e é um casino online. Não tem nada a ver com o centro comercial cujo nome carrega, e não a ligamos.
- No ar, mas hoje é um casino online. Não visite.
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Aparecem como centros comerciais, mas não são
O Eden Mar, as Galerias São Lourenço e a galeria no edifício do hotel Monumental aparecem em listas de centros comerciais da Madeira. São pequenas galerias e pisos comerciais de hotel — meia dúzia de espaços, sem loja âncora. Vale a olhada se passar por lá; não vale a viagem.

