A resposta
Sem entrada paga no cume. Pagam-se o estacionamento e o PR1.
Não há entrada paga para estar no miradouro. As portarias só cobram o estacionamento no parque do IFCN — 4 € por hora após os primeiros 30 minutos, até 20 € por dia — e o percurso a pé pelo PR1.
O que é
Uma estrada sobe até ao cume, onde o miradouro fica junto ao parque do IFCN a que a portaria chama Miradouro do Pico do Areeiro. É também ali que começa o PR1, a travessia pelos cumes até ao Pico Ruivo.
Quanto custa
Fixados por portaria e com subidas já calendarizadas para anos seguintes, pelo que estes são os valores atuais e não permanentes.
- Parque
- Miradouro do Pico do Areeiro
- Por hora
- € 4,00
- Máximo diário
- € 20,00
A «entrada de 4,50 €» que circula online para o Pico do Areeiro não é uma taxa de entrada. É a taxa dos trilhos classificados, ou uma tarifa de estacionamento que a portaria prevê para um ano posterior.
Trilhos classificados que começam ou acabam aqui
Seguir a pé até ao Pico Ruivo
O bilhete do PR1 tem dois escalões: 4,50 € leva-o até ao Miradouro da Pedra Rija, e 10,50 € cobre a travessia completa, incluindo o PR1.1 e o PR1.2. Nenhum deles é uma taxa para estar no cume.
O percurso segue para oeste, pelos túneis. A variante leste, pelo Pico das Torres, está encerrada.
É de dois sentidos até Miradouro da Pedra Rija e de sentido único a partir daí. Passado esse ponto não pode simplesmente voltar para trás pelo mesmo caminho.
Existem exatamente duas saídas do Pico Ruivo
- PR1.2 para Achada do Teixeira — 2,8 km.
- PR1.1 para Ilha — 8,2 km.
O IFCN não assegura transporte de regresso. Junte isso à marcação horária e ao facto de o transporte falhado estar expressamente excluído dos reembolsos, e quem fica sem transfer perde a caminhada e o dinheiro.
Como está agora
O que não conseguimos confirmar
Afirmações que circulam, ou pontos das regras, que nenhuma fonte oficial que tenhamos encontrado confirma. Ficam aqui para saber que não deve contar com eles.
- Se o estacionamento no Pico do Areeiro está mesmo a ser cobradoA tarifa está legalmente em vigor. Não encontrámos confirmação oficial de que esteja a ser cobrada no terreno, nem fonte oficial para a decomposição de «1 € por 15 minutos» que circula.
