O que isto é, ao certo
As iluminações acendem no início de dezembro e ficam até janeiro, o que faz deste o mais longo dos grandes eventos e aquele que mais vezes é citado com a data de fim errada. Lá dentro há três noites distintas: a Noite do Mercado, em dezembro, quando o centro do Funchal fica praticamente intransitável até de madrugada; a passagem de ano, a noite mais cheia do ano madeirense; e os Cantares dos Reis, que fecham a janela em janeiro.
Datas anunciadas
Um bloco por ano anunciado. A janela é a festa inteira; as linhas por baixo são os eventos que o calendário nomeia um a um.
2026
Janela da festa: –
Programa publicado
2027
Janela da festa: –
Programa publicado
2028
Janela da festa: –
Programa publicado
Para além do calendário
O que as datas não dizem, a partir de páginas oficiais e não de nós. Tudo o que não se conseguiu atribuir ficou de fora.
As exposições de Natal incluem uma aldeia etnográfica no Largo da Restauração, a par de um mercado com fruta, plantas, vinho Madeira e mel de cana.
A Noite do Mercado, no Mercado dos Lavradores, é publicada como tradição fixa numa data de dezembro e não como listagem anual, por isso só aparece nos anos que uma fonte oficial cobre de facto.
O espetáculo de fim de ano de 2006 foi reconhecido pelo Guinness Book of Records como o maior fogo de artifício do mundo. O reconhecimento é daquele ano e não um título permanente.
As duas fontes oficiais discordam sobre onde acontecem os Cantares dos Reis: o calendário diz Jardim Municipal, a página do evento diz Praça do Povo, às sete da tarde. Ambas ficam aqui registadas em vez de se escolher uma.
De onde vem isto
As datas são transcritas do Calendário de Animação Turística 2026–2028, publicado pela Direção Regional do Turismo a 1 de junho de 2026.
Esse documento imprime “Calendar subject to change” no fim de cada página, por isso trate tudo o que está aqui como anunciado e não como fixo.